Sim, eu disse que iria escrever um quase diário de bordo da nossa viagem. Mas o fato é que não deu. Não deu porque simplesmente ficamos na rua todo o tempo e, quando chegava em “casa”, eu não conseguia escrever uma linha. Voltamos na semana passada e, aos poucos, vou continuar com as minhas impressões.
Para começar, eu gostaria dizer que é fato comprovado: os franceses são as pessoas mais bonitas e bem vestidas do mundo. Isso inclui homens e mulheres. Eu realmente gostaria de escrever um livro somente sobre o som do salto alto nos corredores do metrô de Paris. Aquele tac-tac-tac que faz eco enquanto buscamos a nossa conexão e que, de uma hora para outra, revela mais uma mulher que ou é linda ou tem um estilo incrível ou é um misto das duas coisas. E os homens… sinceramente, gostaria de saber me vestir daquele jeito.
É fato também que a Torre Eiffel é bem maior do que imaginava e que tem lá a sua magia. Mas não achei grandes coisas. Fiquei impressionado mesmo com os parques e praças, e olha que não sou muito fã de verde. Além do Palais Royal, fiquei impressionado com a beleza dos Jardins de Luxemburgo e da Place de Vosges. Fora todas as pequenas pracinhas que a gente encontra enquanto se perde pela cidade.
Vou dedicar um post apenas sobre a comida. E vai incluir os highlights gastronômicos de Berlin e de Roma também. Por exemplo, quem diria que eu iria comer o melhor rolinho primavera da minha vida na Alemanha?
Aos poucos, vou colocando fotos no meu Flickr.
E, para terminar este post rápido, deixo essa música da francesa Mélanie Pain, que canta no Nouvelle Vague. Ouvi o disco dela em Paris e fiquei obcecado por essa canção. OK, ela canta em inglês, mas dá para sentir o charme francês.